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Chocolates com sabores típicos dos Açores a caminho da internacionalização

Sábado, dia 10 de Maio de 2014

Um jovem empreendedor "casou" há um ano sabores tradicionais açorianos como o do queijo de São Jorge com o chocolate belga, produzindo hoje milhares de bombons por mês que projeta agora exportar para o Canadá, EUA e Rússia.

“Tenho atualmente cerca de 55 sabores distribuídos pelos produtos açorianos, passando pelo queijo de São Jorge, o ananás, a pimenta da terra, o maracujá, as compotas de capucho, figo amora, os licores, mel multiflora dos Açores, chá verde da Gorreana e hortelã”, disse Tiago Alves, fundador da marca O Chocolatinho, em declarações à Lusa.

A atividade arrancou em março de 2013 e o projeto surgiu por "acaso, aquando das bodas de prata e de ouro dos pais e avós", respetivamente, mas a grande recetividade junto dos consumidores levou à introdução de "novos sabores", sendo que a marca já é também comercializada nas ilhas Terceira, Pico, Faial e no continente.

“Estamos a fazer o 'forcing' para em menos de um ano exportarmos para o Canadá, América do Leste e Rússia”, adiantou Tiago Alves, que projeta ainda criar novos chocolates simbolizando cada prato típico de cada ilha, o caso do chicharro com molho de vilão, de São Miguel, a alcatra da Terceira e a linguiça do Pico.

A ideia da marca, segundo sublinhou, "é promover os Açores no exterior e valorizar os produtos açorianos mas de uma forma mais requintada".

Tiago Alves, que se formou em cozinha na Escola de Formação Turística e Hoteleira de São Pedro, em Ponta Delgada, acrescentou ainda que a pimenta da terra foi o primeiro sabor e "teve muito sucesso", explicando que a base dos bombons é o chocolate belga.

"Mas é o bombom de queijo de são Jorge que vendemos aos milhares, o que tem mais saída", frisou, indicando que as caixas contêm todas símbolos açorianos e imagens caracteristícas dos Açores.

A base da chocolataria começou "nas trufas", segundo o responsável, explicando que a de sabor de ananás "é a que mais vende".

Com sede em Rabo de Peixe, concelho da Ribeira Grande, ilha de São Miguel, a empresa tem três sócios e uma funcionária e tem expectativas em abrir mais tarde uma loja.

"Estamos a consumir entre 400 e mil quilos de chocolate por mês. E produzimos milhares de bombons por mês em caixas de nove, vinte e trinta bombons", referiu Tiago Alves, indicando que a marca é presença assídua em feiras.

 

Fonte: Açoriano Oriental

 

 

http://www.acorianooriental.pt/noticia/chocolates-com-sabores-tipicos-dos-acores-a-caminho-da-internacionalizacao




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