É necessário a instalação do Flash Player para conseguir visualizar correctamente esta página.
Clique aqui para mais informação.

Notícias

Cidadãos do mundo apostam nos Açores

Sexta-Feira, dia 15 de Abril de 2011

Turismo, restauração, comércio, entre outros, são sectores de actividade em que, na Região, já se verificam vários negócios administrados e geridos por cidadãos estrangeiros.

Turismo, restauração, comércio, entre outros, são sectores de actividade em que, na Região, já se verificam vários negócios administrados e geridos por cidadãos estrangeiros. Chineses, paquistaneses, suecos, holandeses, entre outros, são países dos quais saíram muitas das actuais pessoas que, neste momento, desenvolvem a sua actividade empresarial nos Açores. Exemplos, em quase todas as ilhas, não faltam. O caso mais evidente é o dos chineses. Nesta altura, rara é a ilha onde não há a denominada "loja chinesa", a qual vende artigos da mais diversa espécie, a preços bastante atractivos para o mais comum dos cidadãos. Esta proliferação fica a dever-se em muito às facilidades concedidas pelo Estado português a esta comunidade, nomeadamente no que toca à isenção de impostos, nos primeiros cinco anos que a loja, ou empresa, se encontrar aberta. Desta forma, não é de estranhar que, por exemplo, em Ponta Delgada, as lojas chinesas vão tomando conta do centro histórico, acarretando naturais dificuldades para o comércio tradicional.

No entanto, não é só a comunidade chinesa que encontrou na Região a oportunidade para investir num negócio. Também no caso do Turismo, são muitos os operadores que já dispõem de serviços em algumas ilhas do Arquipélago, nomeadamente em S. Miguel. É o caso, por exemplo, da Solresor que, há alguns anos cá chegou, com a missão de prestar apoio à comunidade nórdica que visitava, com enorme frequência, a maior ilha açoriana. Excursões, passeios pedestres vários, entre outros serviços, como o agenciamento de passagens aéreas e estadias, continuam a ser prestadas por aquele operador do norte da Europa.

No caso do Alojamento, o Solar de Lalem, na Maia, na ilha de S. Miguel, é outro caso de um ramo de negócio gerido por cidadãos estrangeiros na ilha de S. Miguel.

Administrado por um casal estrangeiro, a adaptação do espaço ao turismo de habitação transformou o Solar de Lalem num sossegado e bucólico conjunto residencial.

Todos os quartos têm mobílias antigas e a casa principal possui sala de pequeno-almoço, sala de jantar, bar e uma confortável sala de estar. O solar, integrado no projecto de turismo rural açoriano, oferece ainda um terraço com vista para o mar e uma piscina no jardim, com plantas sub-tropicais típicas da ilha, complementam o ambiente desta residência.

Pela sua localização, a aposta dos proprietários tem incidido nos passeios a pé ou a cavalo a partir do Solar, na pesca em lagoas, em ribeiras, na costa ou no mar.

Muito próximo do solar, existe uma piscina natural de água salgada, a sensivelmente 700 metros, e um campo de golfe, a oito quilómetros.

Para além da beleza natural da sua localização, o Solar de Lalém encontra-se a curta distância de pontos turísticos de grande interesse, como: Vale das Furnas (12 km) conhecido pelas suas caldeiras e lagoa vulcânicas, da praia dos Moinhos (7 km), do Chá da Gorrena (3 km) e do Chá Porto Formoso (3 km), entre muitos outros pontos de interesse.

Um alemão em Santa Maria

Em Santa Maria, também existe um caso de um cidadão estrangeiro que escolheu a Região para residir e ali montar a sua empresa. Alemão de nascença, o actual dono do Paquete, na conhecida Praia Formosa, acabou alcançar rapidamente o sucesso, muito por culpa da sua capacidade empreendedora, bem como pelo seu espírito de inovação. Será justo dizer que o empresário revolucionou o "velho" Paquete, transformando-o num espaço aprazível, o qual é frequentado por milhares de pessoas ao longo do Verão.

Fonte: Expresso das Nove,15-04-2011

http://www.expressodasnove.pt/interiores.php?id=6751

Recomendar este sítio a um amigo Copyright © Via Oceânica 2008 - Todos os direitos reservados