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Projeto Centro de Artes Contemporâneas dos Açores quer diferenciar-se

Domingo, dia 29 de Março de 2015

   "Este projeto tem que se afirmar não como uma cópia de outros projetos que existem por aí, não ser uma mera repetição mas sim uma diferença que começa por estar no centro de um oceano, irradiando-se, já com a diáspora como suporte, para vários continentes", declarou Nuno Ribeiro Lopes.

Em declarações aos jornalistas no final de uma visita guiada ao Centro de Artes Contemporâneas, localizado na Ribeira Grande, ilha de São Miguel, e que no domingo é inaugurado pelo presidente do Governo dos Açores, Nuno Ribeiro Lopes identificou como espaços onde se pretende chegar o continente, a Macaronésia, América do Norte e do Sul, face à presença açoriana nos EUA, Canadá e Brasil.

    O titular da pasta dos Assuntos Culturais considera que os Açores "precisam de sair para o exterior e o exterior também precisa de vir" aos Açores, num processo de "dar e receber".

    Nuno Ribeiro Lopes quer que os artistas do exterior venham aos Açores, convivam com os criadores locais, mas não "produzir mais uma peça" que podiam elaborar nos EUA, nos seus gabinetes, mas sim num território diferente com algum misticismo e exotismo, onde o turismo de massas ainda não chegou, produzindo arte associada à comunidade.

   O diretor regional dos Assuntos Culturais pretende que o Centro de Artes Contemporâneas, orçado em 13 milhões de euros, constitua também uma "porta de entrada" no arquipélago.

   Os custos anuais com o funcionamento do projeto Arquipélago não deverão ser inferiores a um milhão de euros, de acordo com o governante, que pretende contar neste projeto com apoios comunitários ao abrigo do Açores 2020.

  Já Fátima Marques Pereira, a diretora do Arquipélago, referiu que se pretende desenvolver este projeto através de parcerias nacionais e internacionais, declarando que a região não pode estar isolada também na perspetiva artística.

     A responsável pela nova estrutura cultural do Governo dos Açores considerou que esta tem como vantagens o facto de surgir num edifício quase único no país, para além do Centro Cultural de Belém, bem como ter sido nomeado para o Prémio de Arquitetura Contemporânea Mies van der Rohe 2015.

     Com uma área útil de seis mil metros quadrados, o Arquipélago está instalado na antiga Fábrica do Álcool da Ribeira Grande.

        O Governo dos Açores adjudicou em 2011 a obra com um prazo inicial de conclusão de 18 meses que acabou por não ser respeitado, após "dificuldades" invocadas pelo primeiro empreiteiro.

         O primeiro evento que terá lugar no Arquipélago será em maio

 

Fonte: Noticias ao minuto

http://www.noticiasaominuto.com/cultura/368039/centro-de-artes-contemporaneas-dos-acores-quer-diferenciar-se




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