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Hotelaria mantém os resultados positivos nos principais indicadores

Sábado, dia 16 de Julho de 2011

No mês de Maio, proveitos totais da hotelaria portuguesa sobem 7,3% e dormidas crescem 8,2%.
Segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE), os proveitos dos estabelecimentos hoteleiros registaram um crescimento no mês de Maio, a par do que aconteceu com o número de hóspedes e de dormidas.
No mês de Maio, a hotelaria nacional registou cerca de 3,6 milhões de dormidas, o que representa um crescimento homólogo de 8,2% neste indicador. Já o número de hóspedes total rondou os 1,3 milhões, um valor superior ao verificado em Maio de 2010 (+3.9%).
Os residentes totalizaram em Maio quase 1 milhão de dormidas, um número francamente inferior (-10,6%) ao verificado no mês homólogo de 2010. Já os não residentes somaram cerca de 2,6 milhões de dormidas, um crescimento homólogo 17,6%.
No que se refere ao tipo do alojamento, os apartamentos e os hotéis tiveram os resultados mais positivos face ao período homólogo, com aumentos nas dormidas de 24,8% e 9,9%, respectivamente. Para o crescimento dos hotéis-apartamentos, as unidades de cinco estrelas contribuíram com 79,9%. A maior quebra verificou-se ao nível dos móteis (-13,4%).
O grupo dos principais mercados emissores foi liderado pelo Reino Unido, com um crescimento homólogo superior a 34,6%. Também o Brasil apresentou uma subida que superou os 20%. A Espanha e os Países Baixos foram os mercados a registar o crescimento menos expressivo, com apenas 5,2% e 4,5% respectivamente.
No que diz respeito à distribuição regional do total de dormidas em Maio, o crescimento mais significativo ocorreu na Madeira, com uma taxa de crescimento de 31,9%. O Algarve também registou um crescimento homólogo de 8%. Por sua vez, a região de Lisboa apresentou um crescimento de apenas 4,7%, enquanto o Norte, o Alentejo e o Centro foram as regiões que registaram os crescimentos menos significativos – 3,3%, 2,2% e 0,3% respectivamente. Os Açores voltam a registar uma evolução negativa (-7,4%).
Por sua vez, a taxa de ocupação-cama durante o mês de Maio, fixou-se nos 41,1%, superior aos 39,3% registados no mesmo mês de 2010. As regiões com maiores taxas de ocupação em Março foram a Madeira (63,6%) e Lisboa (49,5%).
A estada média a nível nacional foi de 2,7 noites, semelhante ao verificado no mês homólogo de 2010. A Madeira e o Algarve foram as regiões que apresentaram, em média, estadias mais prolongadas.
De acordo com os dados do INE, os proveitos totais da hotelaria Portuguesa atingiram em Maio os 176,6 milhões de euros, e os de aposento 117,9 milhões de euros, valores que correspondem a variações homólogas positivas de 7,3% e 8,6%, respectivamente. Em termos de proveitos totais, a Madeira foi a região que registou maior crescimento (30,9%), face a Maio de 2010. A maior quebra registou-se nos Açores (-12,4%).
Ainda em Abril, o RevPar (rendimento médio por quarto) foi de 29,8€, um número ligeiramente superior ao verificado no mês homólogo de 2010 (28,8€). Neste indicador, Lisboa é a região que apresenta os valores mais elevados, com 52,2€, respectivamente.


Acumulado de Janeiro a Maio


No período de Janeiro a Maio, os estabelecimentos hoteleiros receberam cerca de 4,9 milhões de hóspedes, que originaram mais de 13 milhões de dormidas o que, em comparação com o mesmo período do último ano, se traduz por acréscimos de 4,4% e 7,1%, respectivamente.

Nos primeiros quatro meses do ano, os estabelecimentos hoteleiros registaram 604,2 milhões de euros de proveitos totais e 400,4 milhões de euros em proveitos de aposento, o que representa um crescimento de 2,8% e 4,7%, respectivamente. No mesmo período, o RevPar foi de 22 euros, oscilando pouco face a 2010 (21,9 euros).

 

 

Fonte: Observatório do Turismo dos Açores, 16-07-2011

 http://www.observatorioturismoacores.com/noticia.php?id=1235




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