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Notícias

Associação Regional de Turismo representada com mais ilhas

Quinta-Feira, dia 17 de Fevereiro de 2011

A Associação Regional de Turismo vai estar presente na 23ª edição da Bolsa de Turismo de Lisboa – BTL – com sete balcões que correspondem às ilhas do Grupo Central e, pela primeira vez, do Grupo Ocidental dos Açores. Na apresentação do programa previsto para os dias do certame que decorrerá de 23 a 27 de Fevereiro, na cidade capital, o presidente, Sandro Paim, salienta o trabalho conjunto entre a instituição e as autarquias locais orientado para a promoção da marca “Açores” a nível global.

Ao contrário do que tem vindo acontecer nos últimos quatro anos, a Associação Regional de Turismo (ART) vai representar não só o Grupo Central mas também o Grupo Oriental – ilhas Flores e Corvo – naquele que é considerado o espaço de eleição a nível nacional para os profissionais do sector do Turismo. Assim, a Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL), que este ano conta com a sua 23ª edição, contará com a presença daquelas ilhas em sete balcões. “Estamos cada vez mais integrados numa única associação a promover o seu “code of business”, produtos e serviços que temos para oferecer nos Açores”, salienta o presidente da ART, Sandro Paim, em conferência de imprensa, explicando que o trabalho desenvolvido “é de continuidade”. “Nós queremos cada vez mais fazer um trabalho específico que é de promoção dos produtos dos Açores e, portanto, tudo o que seja melhorar a nossa comunicação a nível desses produtos e tudo o que seja promover aquilo que foi o trabalho de um ano para captar fluxos para os Açores. E BTL serve um pouco de montra de todo o trabalho que foi feito”, declara. Desse trabalho, além de, por exemplo, a criação de pacotes específicos e a formação turística aos empresários locais, sendo que alguns marcarão presença nos cinco dias do certame – 23 a 27 de Fevereiro – a ART aposta em merchandising ou material promocional muito variado. O mais recente foi apresentado e entregue um exemplar aos jornalistas no decorrer da conferência de imprensa. Trata-se de uma Pen de quatro Gigas, da marca criada Hello Azores, com conteúdo de carácter informativo de temáticas relacionadas com o destino Açores. “Pode ser utilizada como uma pen normal mas contém já as ferramentas de trabalho que nós desenvolvemos aqui na ART, nomeadamente o Guia de Mergulho e Guia de Trilhos Pedestres. É dirigido a profissionais que, por vezes, não têm oportunidade de carregar uma quantidade de catálogos para depois estar a promovê-los nas agências de mercado. Consideramos uma forma inovadora de estar no mercado”, precisa.
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Neste sentido, Sandro Paim sublinha que as novidades da edição de 2011 da BTL são sobretudo ao nível dos meios de comunicação e da qualidade de produtos. Para além da Pen, a ART coloca a imagem dos Açores representada em marcadores com referência às formações geológicas; imanes com referência à fauna endémica, cartaz de Mergulho, uma colecção de postais ilustrada com pormenores de nove actividades desportivas nas ilhas: geoturismo, vela, montanhismo, cultura, mergulho, percursos pedestres, observação de aves, observação de cetáceos e canyoning; e ainda um conjunto de postais referentes às Festividades dos Açores como, por exemplo, Sanjoaninas, Festas da Praia, Cais de Agosto e Semana dos Baleeiros. “Cada vez mais temos de nos organizar atempadamente e promover essas festividades. A cultura é uma vertente fulcral no nosso entender. E a gastronomia, entre outros, estão integrados nessas festividades”, diz o responsável pela ART acrescentando que “ o nosso trabalho é promover fora desta época alta. “Vamos também promover a vertente estrutural, isto é, congressos e seminários. Temos que focalizar na captação de fluxos a esse nível pois temos infra-estruturas preparadas em todas as ilhas”, adianta. Aposta nos novos meios de comunicação Já José Eduardo Toste, director executivo da ART, explica que, à semelhança dos anos anteriores, o conjunto promocional patente na BTL integra ainda concurso de Raspadinhas, Provas de degustação da gastronomia açoriana, mostra de Artesanato e, no âmbito das novidades, vai estar disponível um computador portátil no stand para que o público possa aceder à página da ART na rede social Facebook. “O objectivo é aumentar o número de associados para promoção das nossas iniciativas. Vamos aproveitar o certame para divulgar essa ferramenta de comunicação. Por cada ‘Gosto’ clicado na página e por cada frase no campo dos comentários, a pessoa fica habilitada a ganhar uma das 3 viagens que temos para oferecer”, avança. No que concerne ao programa, os eventos gerais dividem-se em apresentação das Festas Concelhias das ilhas do Grupo Central e Ocidental, no dia 24, pelas 15h00, a publicação das novas edições da ARTAZORES, nomeadamente a versão alargada do Guia de Percursos Pedestres; Guia de Aventura e Natureza nos Açores e Guia do Empresário, esta última em formato digital, e a apresentação da nova imagem da ART – Hello Azores – e da campanha prevista arrancar no próximo Verão. O investimento global da instituição na BTL ascende a cerca de 85 mil euros. Pauleta presente À semelhança do ano passado, o futebolista Pedro Pauleta vai estar presente na cerimónia que assinala a participação do arquipélago na BTL, na qualidade de Embaixador do Turismo dos Açores. Terá lugar no próximo dia 23 de Fevereiro, pelas 16h30, no stand dos Açores na BTL, pavilhão 1 da FIL, Parque das Nações, em Lisboa. Haverá sessões de fotografias com o ex-jogador de futebol natural da ilha de São Miguel, entre outras animações, sorteios e passatempos.

Rotas temáticas não são solução O presidente da Associação de Turismo dos Açores admite que, por si só, as rotas temáticas – Rota do Toiro, Rota do Queijo e a Rota do Vinho –, já divulgados mas ainda em fase de projecto, e o trabalho geral de promoção das ilhas dos Grupos Central e Ocidental desenvolvido pela ART, “não resolve o problema do Turismo na Terceira”. “Mas estamos a trabalhar nela *tema das Rotas+ porque é um nicho de mercado importante para nós e revelam alguma vantagem competitiva em algumas ilhas do Grupo Central e Ocidental e devem ser trabalhadas como tal”, sublinha Sandro Paim acrescentando, contudo, que a captação de fluxos não acontece só a nível da “boa promoção”. “Faz-se também pelas acessibilidades, pela nossa capacidade de ter charters directos para a Terceira, pela nossa capacidade de conseguir rodar os turistas que chegam aos Açores por via de outras ilhas. Faz-se por uma quantidade de iniciativas que neste momento estão a ser trabalhadas”, explica. Em suma, diz, o “problema” do Turismo na ilha Terceira depende de uma quantidade de iniciativas que neste momento estão a ser trabalhadas e que não se relacionam directamente com a ART. “O papel da ART é promover os produtos e os serviços desenvolvidos pelas empresas de animação turística e consolidar a nossa oferta melhorando a qualidade desses produtos e serviços”, remata.

Fonte: http://www.auniao.com/noticias/ver.php?id=22954




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